| Umbigocentrismo |
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20.6.03
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23:54
por Camila
bigos
"Pizza!!!!!!" Sexta-feira. Dia de pizza, só que dessa vez com o povo da Igreja que eu não via a milhares de anos... na verdade, até via, mas não trocava mais do que uma dúzia de palavras. Depois da pizza, uma paradinha na casa do Douglas para desejar Feliz Aniversário e comer bolo e pavê (o bolo a gente levou, mas o pavê da Marisa, mãe dos meninos, é um show a parte...). Precisamos repetir a dose de tempos em tempos... sinto falta das fofocas e papos nostálgicos sobre as artes que aprontamos na igreja... papo para muitas pizzas e posts!
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23:48
por Camila
bigos
"Confuso..." Sabe quando você fica incomodado com alguma coisa e você não tem certeza do que é? As vezes você até sabe mas não quer admitir, afinal é só desencanar que o problema já foi embora... aliás ele nem existiu. É tão mais fácil ignorar do que aceitar, refletir e agir que nós nos esquecemos que a reação é possível: é nesse momento em que nós falamos que estamos chateados, bravos, magoados, irritados ou qualquer outra coisa, mas que tudo bem, porque nós somos pessoas civilizadas que reagem civilizadamente às dores do dia-a-dia, além de sermos superiores a qualquer tipo de ser. O problema é que é exatamente nesse momento que nós percebemos que somos o último dos seres porque não conseguimos admitir nossos sentimentos ou reagir a eles.
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15:28
por Camila
bigos
"Máquinas como extensões do homem...argh!" Segundo M. Mc Luhan a afirmação acima é mais do que verdadeira. O único problema é que as máquinas (leia-se computadores, celulares, impressoras, batedeiras, aspiradores de pó e qualquer outra coisa que se coloque na tomada e tenha mais do que um botão) não FUNCIONAM quando a gente precisa e, por conseqüência, a gente fica tão bravo que também não funcionamos... Ach que nós somos as extensões das máquinas... 16.6.03
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17:10
por Camila
bigos
"Idealizar não custa nada" Deve ser por isso que eu amo a aula do Clóvis... Algo mais ou menos assim: Os seus encontros com o mundo são únicos, porque o eu é único e se modifica a cada instante. Segundo Proust, vestimos máscaras para cada momento e situação, personagem e identidade, só que nunca tiramos a máscara anterior: o nosso eu original está soterrado de máscaras que se acumulam, e a cada nova máscara comprovamos que nunca mais seremos como no momento anterior. Exemplo prático: eu troco de namorado a todo novo encontro com ele, e o Pedro troca de namorada a cada novo encontro comigo, porque tanto eu quanto ele mudamos e nunca mais ser o mesmo personagem da vez passada. Isso nos leva a duas conclusões:(1) Vamos viver numa eterna solidão, pois teremos que apre(e)nder o outro a cada novo encontro; (2) Nunca vamos reclamar da falta de novidade em uma relação a dois e o casamento será o clímax da novidade (e não o da monotonia). É por isso que eu estou gostando de filosofia, psicologia e afins: é tudo tão mais bonito do que a realidade...
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16:55
por Camila
bigos
"Sex and the City" Ai que tudo!!! Ganhei o DVD da primeira temporada da série da HBO de Dia dos Namorados... serão 5 horas de pura diversão (olha o que a emplogação faz com a gente)... Quer saber o que eu dei: um livro perfeito para a versão nerd no meu namorado e uma camsa para a versão moderninha dele... O único problema foi que ele trocou a camisa.
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16:50
por Camila
bigos
"Coitado do Santo" Um dado intrigante: a maioria das pessoas que eu conheço tem namorado/a e tinha (até ontem) um problemão: ter que comprar um agradinho...(?) Porém, nunca ouvi tanta gente dizer que ia colocar o Santo António do ponta-cabeça... deve ter sido um recorde. O pior, é que deve ter gente querendo virar o Santo mesmo tendo trocado presente no dia anterior...
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