| Umbigocentrismo |
|
9.9.04
Posted
13:25
por Camila
bigos
"Para as gordinhas mor, branquela, cofrinho, pequena, hooters e japonês, a magrinha e o batatinha" Gente, depois de uma semana sem ver vocês quase morri de saudades. Não sei o que vou fazer da minha vidinha sem vocês. De quem eu vou rir, quem vai me contar coisas pornô, quem vai comer até morrer comigo? De quem vou limpar o sofá, de quem eu vou cuidar quando passar mal? Que ruim é se formar, né? Beijos da Gordinha despeitada e bunduda.
Posted
13:21
por Camila
bigos
"TCC" Data para ser lembrada. A data de entrega final mudou de 4 de outubro para 18 de outubro. VIVA!!!! Aliás, hoje é dia de orientação com o Traldi. Eu me perdi em algum lugar, sabiam??? 6.9.04
Posted
21:18
por Camila
bigos
"Simples gestos" Poucas coisas são capazes de nos deixar tão felizes quanto alguns gestos simples. Eu ganho o meu dia quando, ao abrir a porta de manhã, sinto aquela brisa morna, que enche o ar e parece vir carregando boas coisas. Pode ser que nada aconteça, mas aquele calor que passar pelo meu rosto influencia (e muito) o meu humor. Outro exemplo: ver lua cheia e amarela, aquela lua muito grande, cuja menção faz com que você abra um sorriso de lembrança. O dia em que a lua está mais perto da Terra e fica daquele tamanho e cor é, com certeza, um dia maravilhoso. Lembram-se de Sponville, meu filósofo favorito? Ele diz que a melhor felicidade deve vir desesperadamente, sem que a gente espere nada, e de repente, aconteça. Os fenômenos da natureza me trazem a menhor das felicidades, simplesmente porque não consigo prever, nem saber quando vão chegar, são sempre surpresas incríveis. Boas surpresas são sempre boas idéias para causar a felicidade em alguém. Músicas com passados e lembranças no rádio são felicidades desesperadamente. Torta de limão na geladeira de casa também. Telefonemas em horários improváveis. Recados improváveis. E se tudo começasse numã manhã de brisa quente...
Posted
21:04
por Camila
bigos
"Quem não sonhou" Andava ansiosa pelas ruas, tentando escapar da multidão. Sentia o calor daquele dia se misturar com sua excitação. Nunca tinha visto ou vivido nada assim. Pensava que poderia ser a pimeira de muitas vezes, ou então, a única de sua vida, aquela que deve ser lembrada com carinho por muitos anos. Admirava a multidão. Tinha uma enorme simpatia pelas torcidas: indivíduos que se tornavam anônimos dentro de um grito. Pensava como as pessosa poderiam perder tão facilmente sua identidade. Concluiu que o clima e o calor do grupo superava qualquer vontade, qualquer ato racional e humano. Ali, eram todos um só. Entrou, acomodou-se e assitiu admirada a um fenômeno. Lembrou-se da razão que a fez, de longe, pela tv, acompanhar outros daqueles dias. Mas não conseguiu expressa-la em palavras. Apenas sorriu. Relato de uma torcedora no Estádio do Morumbi, domingo, Brasil e Bolívia, 3X1.
|