Umbigocentrismo

9.9.04


"Para as gordinhas mor, branquela, cofrinho, pequena, hooters e japonês, a magrinha e o batatinha"
Gente, depois de uma semana sem ver vocês quase morri de saudades. Não sei o que vou fazer da minha vidinha sem vocês.
De quem eu vou rir, quem vai me contar coisas pornô, quem vai comer até morrer comigo? De quem vou limpar o sofá, de quem eu vou cuidar quando passar mal?
Que ruim é se formar, né?
Beijos da Gordinha despeitada e bunduda.
bigos


"TCC"
Data para ser lembrada. A data de entrega final mudou de 4 de outubro para 18 de outubro.


VIVA!!!!
Aliás, hoje é dia de orientação com o Traldi. Eu me perdi em algum lugar, sabiam???
bigos

6.9.04


"Simples gestos"
Poucas coisas são capazes de nos deixar tão felizes quanto alguns gestos simples.
Eu ganho o meu dia quando, ao abrir a porta de manhã, sinto aquela brisa morna, que enche o ar e parece vir carregando boas coisas. Pode ser que nada aconteça, mas aquele calor que passar pelo meu rosto influencia (e muito) o meu humor.
Outro exemplo: ver lua cheia e amarela, aquela lua muito grande, cuja menção faz com que você abra um sorriso de lembrança. O dia em que a lua está mais perto da Terra e fica daquele tamanho e cor é, com certeza, um dia maravilhoso.
Lembram-se de Sponville, meu filósofo favorito? Ele diz que a melhor felicidade deve vir desesperadamente, sem que a gente espere nada, e de repente, aconteça. Os fenômenos da natureza me trazem a menhor das felicidades, simplesmente porque não consigo prever, nem saber quando vão chegar, são sempre surpresas incríveis.
Boas surpresas são sempre boas idéias para causar a felicidade em alguém. Músicas com passados e lembranças no rádio são felicidades desesperadamente. Torta de limão na geladeira de casa também. Telefonemas em horários improváveis. Recados improváveis.
E se tudo começasse numã manhã de brisa quente...
bigos


"Quem não sonhou"
Andava ansiosa pelas ruas, tentando escapar da multidão. Sentia o calor daquele dia se misturar com sua excitação. Nunca tinha visto ou vivido nada assim. Pensava que poderia ser a pimeira de muitas vezes, ou então, a única de sua vida, aquela que deve ser lembrada com carinho por muitos anos.
Admirava a multidão. Tinha uma enorme simpatia pelas torcidas: indivíduos que se tornavam anônimos dentro de um grito. Pensava como as pessosa poderiam perder tão facilmente sua identidade. Concluiu que o clima e o calor do grupo superava qualquer vontade, qualquer ato racional e humano. Ali, eram todos um só.
Entrou, acomodou-se e assitiu admirada a um fenômeno. Lembrou-se da razão que a fez, de longe, pela tv, acompanhar outros daqueles dias. Mas não conseguiu expressa-la em palavras. Apenas sorriu.

Relato de uma torcedora no Estádio do Morumbi, domingo, Brasil e Bolívia, 3X1.
bigos

Home