Umbigocentrismo

19.2.05


"Era uma vez uma estrela."
Essa estrela viu um menino no chão. Ele brincava num jardim, num dia no final da tarde.
Aquele dia ele estava triste e a estrela sozinha. Foi assim que eles se conheceram.
A partir daí, toda vez que o menino se sentia triste, ele procurava a estrela; toda vez que a estrela se sentia sozinha, ela procurava o menino.
Assim, ele nunca ia estar triste e sozinha e ela nunca sozinha e triste.
bigos


"Exageros"
Estes dias, assistindo televisão, lembrei-me de uma coisa que queria escrever há tempos atrás... E é lógico que o texto poderá ser interpretado sobre os olhos dos relacionamentos afetivos-sexuais.
Desilusões engordam. Ou nos deixam bêbados. Ou deixam nossos pulmões mais próximos de um câncer.
Ou seja, toda as vezes que nos desiludimos com alguma coisa, abusamos de outra que gostamos, que nos dá prazer, simplesmente para compensar a dor.
Mas neste caso, e como em todos os outros casos e causos dessa vida, existe uma explicação científica para isso.
Os relacionamentos afetivos-sexuais geram em nós um certo prazer advindo de um neurotransmissor chamado seratonina. As desilusões fazem com que essa melequinha química deixe de ser liberada no organismo, fazendo que que a alegria e o prazer sejam mais raros e menos fortes. Dessa forma, como modo de compensação, exageramos em tudo aquilo que nos dá prazer, tentando fazer com que o organismo leia aquele monte de besteira que comemos ou bebemos como amor, prazer ou qualquer coisa do gênero...
Não é o máximo? Duro é tentar controlar a boquinha nervosa depois de um pé... afinal, hocolate engana tão bem o nosso cérebro...

PS: Não existe qualquer semelhança desse post com a minha realidade afetiva, ok?
bigos

15.2.05


"Matematicamente falando"
Matematicamente falando, salários não servem para nada. Eles não rendem o sufuciente para passarmos o mês e fazer metade daquilo que pretendíamos enquanto esperávamos pelos nossos respectivos.
Assim que você o recebe, já ficou sem uma porcentagem enorme do seu suado dinheirinho - retido na fonte. Aí, o pobre dispenca na sua conta bancária de cabça, se estatela inteirinho lá, bem no fundinho, e você dá falta de mais uma parte que cobriu o cheque especial.
Fora aqueles cheques voadores que você deu no mês passado... E a conta do cartão de crédito???
Socorro!!!!!
bigos

14.2.05


"E assim..."
Começou assim: ele não falava para ela. Ela não falava para ele.
Passavam-se dias e nada. Sentiam, os dois, que sabiam ao mesmo tempo que desconheciam. Mesmo assim, amavam-se.
E em vez de sentir, ouviam. Mas não escutavam.
E assim, de vez enquando, rola uma lágrima de cada lado.
bigos


"Hopi Hari"
Ontem, num passeio bolístico-aventureiro fomos ao Hopi Hari. Entre gritos e enjôos, passamos muito bem - obrigada. Pobres daqueles que não foram por motivos X (não quero nem saber quais são os motivos furados da dona Luciana e da senhorita Carolina).
Depois de loopings, pulos, montanhas-russas, barcos vikings, carroças e hambúrgueres terríveis, estamos todas mais leves e com menos saudades...
Prontas para os próximos?
bigos

Home