Umbigocentrismo

8.4.05


"Reclamações"
Não vou muito com a cara do meu grupo de Projex. Sinto falta das Bolas e das Bruxas quando olhopara aquela galera esquisita. Excluindo a Helena, nossas reuniões são piores e mais frias do que reuniões de trabalho. As reuniões decomunicação lá no hotel são mais animadas e amistosas do que meus encontros sobre o Projex...
Socorro... onde foram parar mues amigos e passadores de madrugadas em claro entre piadas infames e tutti-fruits???
bigos


"Agora sim..."
Agora eu entendi porque estão construindo um elevador no prédio central da ECA e como é que a obra está se desenvolvendo tão rapidamente... Ah...

Deficiente físico tem aula vetada na USP
ALENCAR IZIDOROda Folha de S. Paulo
Leonardo Feder, 20, passou no vestibular de jornalismo da USP (Universidade de São Paulo), um dos mais disputados do país, mas enfrenta hoje, no terceiro ano do curso, um obstáculo mais difícil e estressante. O problema dele não é passar nas provas, mas simplesmente entrar na sala de aula.Deficiente físico em razão de uma distrofia muscular de origem genética, Feder se matriculou neste semestre para fazer a disciplina de história do audiovisual brasileiro 1, ligada ao Departamento de Cinema, Rádio e Televisão. Trata-se de uma das matérias optativas, que os estudantes têm de escolher para acumular créditos.Dias antes do início das aulas, soube que elas seriam dadas no segundo andar do edifício central da ECA (Escola de Comunicações e Artes). Lá não existe elevador nem rampa que possibilite acesso de sua cadeira de rodas. O aluno teve negada sua solicitação para que elas fossem feitas em outro lugar.Na última semana, diz ter recebido de funcionários da ECA uma orientação mais pragmática, símbolo da falta de acessibilidade na principal universidade pública do país: Feder deveria desistir da disciplina neste ano e escolher outra optativa. "Ligaram para que eu escolhesse outro curso. Disseram que eu deveria desistir para tentar fazer no ano que vem", diz Feder, que já encaminhou sua reivindicação ao Ministério Público Estadual.A pressão dos funcionários da USP se deu depois da primeira aula do curso, no começo de março, quando Feder, de 55 kg, foi carregado com sua cadeira de rodas, de 65 kg, por quatro homens para chegar pelas escadas ao segundo andar, no anfiteatro, onde a disciplina era dada."O anfiteatro não era adaptado, só tinha degraus. Prometeram colocar uma rampa, mas disseram que não deu tempo. Fiquei das 14h às 19h sem poder sair sozinho", conta Feder, para quem a hora "mais dramática" foi na saída, ao ser levado abaixo pelas escadas. Um dos homens que ajudavam a carregá-lo trincou a coluna. Depois, foi informado que não seria mais possível adotar esse procedimento.A insistência do aluno em cursar a disciplina é motivada não só pelo direito que adquiriu ao passar no vestibular, mas à cobrança que tem feito desde que entrou na USP. No primeiro ano, identificou a falta de estacionamento, banheiro e elevador adaptados para deficientes. Os dois primeiros itens foram atendidos pela universidade, depois da reclamação de Feder na Promotoria. O terceiro, não.Em audiência no Grupo de Proteção à Pessoa Portadora de Deficiência do Ministério Público em março de 2004, a ECA informou que já havia pedido, na ocasião, a instalação do elevador. A previsão, agora, é que esteja disponível no final deste semestre. A Promotoria diz estar negociando a adaptação de equipamentos para deficientes em várias unidades da universidade. Ela encaminhou anteontem um ofício à ECA cobrando explicações sobre a orientação dada a Feder para que fizesse outra disciplina optativa.
(fonte: Folha online)
bigos


"Agora sim..."
Agora eu entendi porque estão construindo um elevador no prédio central da ECA e como é que a obra está se desenvolvendo tão rapidamente... Ah...

Deficiente físico tem aula vetada na USP
ALENCAR IZIDOROda Folha de S. Paulo
Leonardo Feder, 20, passou no vestibular de jornalismo da USP (Universidade de São Paulo), um dos mais disputados do país, mas enfrenta hoje, no terceiro ano do curso, um obstáculo mais difícil e estressante. O problema dele não é passar nas provas, mas simplesmente entrar na sala de aula.Deficiente físico em razão de uma distrofia muscular de origem genética, Feder se matriculou neste semestre para fazer a disciplina de história do audiovisual brasileiro 1, ligada ao Departamento de Cinema, Rádio e Televisão. Trata-se de uma das matérias optativas, que os estudantes têm de escolher para acumular créditos.Dias antes do início das aulas, soube que elas seriam dadas no segundo andar do edifício central da ECA (Escola de Comunicações e Artes). Lá não existe elevador nem rampa que possibilite acesso de sua cadeira de rodas. O aluno teve negada sua solicitação para que elas fossem feitas em outro lugar.Na última semana, diz ter recebido de funcionários da ECA uma orientação mais pragmática, símbolo da falta de acessibilidade na principal universidade pública do país: Feder deveria desistir da disciplina neste ano e escolher outra optativa. "Ligaram para que eu escolhesse outro curso. Disseram que eu deveria desistir para tentar fazer no ano que vem", diz Feder, que já encaminhou sua reivindicação ao Ministério Público Estadual.A pressão dos funcionários da USP se deu depois da primeira aula do curso, no começo de março, quando Feder, de 55 kg, foi carregado com sua cadeira de rodas, de 65 kg, por quatro homens para chegar pelas escadas ao segundo andar, no anfiteatro, onde a disciplina era dada."O anfiteatro não era adaptado, só tinha degraus. Prometeram colocar uma rampa, mas disseram que não deu tempo. Fiquei das 14h às 19h sem poder sair sozinho", conta Feder, para quem a hora "mais dramática" foi na saída, ao ser levado abaixo pelas escadas. Um dos homens que ajudavam a carregá-lo trincou a coluna. Depois, foi informado que não seria mais possível adotar esse procedimento.A insistência do aluno em cursar a disciplina é motivada não só pelo direito que adquiriu ao passar no vestibular, mas à cobrança que tem feito desde que entrou na USP. No primeiro ano, identificou a falta de estacionamento, banheiro e elevador adaptados para deficientes. Os dois primeiros itens foram atendidos pela universidade, depois da reclamação de Feder na Promotoria. O terceiro, não.Em audiência no Grupo de Proteção à Pessoa Portadora de Deficiência do Ministério Público em março de 2004, a ECA informou que já havia pedido, na ocasião, a instalação do elevador. A previsão, agora, é que esteja disponível no final deste semestre. A Promotoria diz estar negociando a adaptação de equipamentos para deficientes em várias unidades da universidade. Ela encaminhou anteontem um ofício à ECA cobrando explicações sobre a orientação dada a Feder para que fizesse outra disciplina optativa.
(fonte: Folha online)
bigos

7.4.05


"Reflexões Sexuais"
Assistindo aula, conversavam (eles, não eu) sobre o quadro de Magritte, Ceci n´est pas une pipe (Isto não é um cachimbo), e questionava-se se aquilo não é um cachimbo, que diabos era aquilo? Pode ser um quadro com um cachimbo pintado, pode ser uma imagem ou um objeto sem significação sem um contexto social. Para quem não sabe o que é um cachimbo, aquele estranho objeto pode ter diversas outras utilidades (ou não).
Mas, para variar, a melhor interpretação é a sexual. Não é óbvio para vocês que aquilo pode ser um... um... falo? Pouco freudiana essa interpretação, mas todo homem (e mulher também) vê sexo em qualquer coisa. Por que não num cachimbo? O que vocês acham de produzir um vibrador em forma de cachimbo e vender nas portas dos museus? Posso patentear a idéia...

Sinto falta das aulas do Clóvis. Saía de lá sempre com boas idéias para posts. Pornográficas ou não. Mas boas idéias.
bigos


"Férias"
A Mafê está de férias, eu estou sentindo a falta dela e, ao mesmo tempo, morrendo de invejinha.
Para compensar, eu estou visitando sites da Hilton em busca do hotel onde vou fazer meu cross-training.
Para quem quiser babar, visite: www.hiltoncaribbean.com e procure por Hilton Curaçao, Santo Domingo e Barbados (meu favorito) e os resorts Coral by Hilton, o Canoa Caribe e o Costa Caribe.
Ai ai... (suspiro)
bigos


"Lixo"
Tem coisa que a gente não consegue jogar fora. Fico espantada com meu armário... tanto lixo e tanta impossibilidade de me desfazer delas.
Algumas já deviam ter ido há tempos, mas estão lá paradas, bolsas e fotos rasgadas e fora de moda. As vezes eu acho que é porque aquelas que estão na moda me incomodam, apesar de não utiliza-las. Não deveriam me afetar.
Aliás, acho que afetar não é a palavra certa, mas sim cutucar.
Estou pensando em uma limpeza geral, com direito a velas brancas, banhos, e muito saco de lixo.
Vamos fazer de conta que o ano está começando e que é hora de revoluções... o que não deixa de ser... a revolução para o inverno está chegando de qualquer maneira...
bigos

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